ENGENHO DE CANA DE AÇÚCAR - PARQUE DE LA UVA - COLÔMBIA

A panela é o suco que se extrai da cana de açúcar, cristalizado só por evaporação. Este açúcar não sofre nenhum processo de refinamento, nem outro tipo de procedimento químico. Com um ligeiro sabor a mel, ideal para desportistas, crianças e adolescentes, pelo seu índice glicémico baixo, ajuda a controlar o índice glicémico no sangue.






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SABORES - PARQUE NACIONAL DE LA UVA - COLÔMBIA

A uva Isabela é uma espécie de baga pequena que não é usada para produzir vinho. Tem propriedades benéficas para a saúde e, como tal, foi aproveitada sob a forma de compota.






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PARQUE NACIONAL DE LA UVA - COLÔMBIA

 Parque Nacional de la Uva é um parque temático inserido no região vitivinícola da Colômbia.
É possível visitar, conhecer as vinhas num passeio de carroça, aprender, provar sabores colombianos, participar em atividades e, no fim, almoçar.





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DA LENDA AO CULTO DO SENHOR DOS MILAGRES DE BUGA

Em setembro de 1573, uma indígena, que vivia como lavadeira notou um objeto pequeno, mas brilhante, que vinha trazido pela correnteza do rio Guadalajara.
Apanhou-o e descobriu que era um pequeno crucifixo. 
Feliz com seu achado, quando voltou para casa, formou um altar para o pequeno crucifixo usando uma caixa de madeira comum.
De acordo com a tradição, uma noite, o diminuto crucifixo de madeira começou a crescer e a tornar-se uma imagem em tamanho real do Cristo.
A notícia espalhou-se por todo o vale do rio Cauca e muitas pessoas começaram a deslocar-se para o local, onde foi construída uma ermida, que transformou a humilde casa da mulher num santuário.
Uma família rica da região decidiu doar terras para construir uma grande igreja, a primeira a venerar o santo crucifixo, no local onde foi descoberto pela primeira vez.
O crucifixo já tinha crescido desde o tamanho de caber num bolso até quase à altura de uma pessoa e já era chamado de Senhor dos Milagres.
Um grande obstáculo para facilitar a peregrinação ao santuário era o facto de não haver ponte para os fiéis visitantes cruzarem o rio.
Segundo os relatos desse período, após algumas orações coletivas durante a estação das chuvas, ocorreu um fenómeno natural que resolveu o problema causado pela falta de uma ponte. Durante algumas chuvas fortes, o rio desviou-se repentina e espontaneamente do seu caminho original.Começou a fluir de tal forma que se formou um novo leito de rio, a muitos metros de distância do antigo. A partir desse momento, a ermida ficou localizado na mesma margem do rio que a cidade de Buga.
Durante os primeiros cinquenta anos de veneração do Senhor dos Milagres, a imagem foi mantida numa pequena ermida ao lado do rio, no local em que foi originalmente encontrada pela velha lavadeira. Sofreu um escurecimento gradual que foi atribuído à poluição das velas utilizadas para iluminar o local. Além disso, a cruz estava deteriorada, pois muitas pessoas tiravam pedaços do crucifixo como lembranças pessoais.
Em 1605, um inspetor especial da Igreja Católica Romana foi enviado pelo bispo de Popayan, que estava preocupado com as histórias populares sobre o aparecimento milagroso de Cristo. Ele temia uma acusação de cisma por parte da Santa Inquisição e, usando a desculpa de que achava a qualidade da imagem tão degradada pelo manuseamento dos peregrinos, decidiu queimá-la.
Houve uma tentativa especial de destruir o crucifixo com um grande incêndio. Mas o crucifixo não queimou. Em vez disso, transpirou muito líquido oleoso que os devotos enxugaram com pequenos pedaços de algodão.
Os pedaços de algodão que tocaram a imagem enquanto ela estava no fogo teriam produzido muitas curas milagrosas quando foram usados ​​para tocar pessoas doentes da região. Isto gerou ainda mais fama para o santuário.
Como consequência da tentativa de queimar a imagem, a pele de Cristo passou da cor clara para uma mais escura do que atualmente.
Em setembro-outubro de 1757, o Bispo de Popayán, Diego del Corro, visitou Guadalajara de Buga, para testemunhar pessoalmente a existência da imagem, e decidiu reunir todos os documentos a respeito a fim de preparar um caso a ser enviado a Lima, Peru , o sítio oficial do tribunal da Inquisição.
De 1700 a 1900, três eremitérios diferentes foram construídos no local. Como esta é a região mais sismicamente ativa do oeste da Colômbia, todos foram danificados por terramotos. 
Em 1875, o templo havia sofrido tantos danos que o bispo de Popayan trouxe os frades redentoristas como zeladores.
Pouco tempo depois, muitas doações de devotos foram colectadas para a construção da Basílica. O trabalho foi realizado por voluntários de toda a região sob a supervisão dos padres.
A inauguração formal do templo ocorreu em 2 de agosto de 1907 com uma cerimónia solene de bênção na presença do Núncio Apostólico, representando a Santa Sé, Monsenhor Ragonesi e o novo Arcebispo de Popayán, Monsenhor Antonio Arboleda, juntamente com milhares de devotos de todo o país.
Em 29 de abril de 1937, um homem tentou destruir a imagem com um punhal. A imagem não foi destruída, mas o ataque abriu uma fenda no lado direito do dorso, mostrando que não estava esculpida em madeira como muitos acreditavam, mas em barro.
Atualmente o Cristo está protegido por um vidro à prova de bala.





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BASÍLICA SENHOR DOS MILAGRES - GUADALAJARA DE BUGA - COLÔMBIA

A história de uma mulher que em meados do século XVI lavava roupa na beira do rio Guadalajara deu uma importância inesperada a Buga.
Esta lavadeira indígena encontrou um crucifixo que tinha sido arrastado pela correnteza e viu como este crescia.
Dessa maneira começou a adoração ao Senhor dos Milagres, uma imagem que a cada ano recebe visitas de cerca de 3,5 milhões de peregrinos na basílica.






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GUADALAJARA DE BUGA - COLÔMBIA

Guadalajara de Buga é um município da. Colômbia situado no departamento de Vale de Cauca. É famoso pelo seu santuário do Senhor dos Milagres e pela paisagem de montanhas e cascatas.





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CAPITAL MUNDIAL DA SALSA - CALI - COLÔMBIA

As estatísticas indicam para Cali: mais de 5.000 bailarinos de Salsa resistentes; 127 escolas; 115 orquestras; 140 bares, duscotecas, salas de dança; um Festival Internacional com 12.000 espectadores...
Há que juntar toda uma indústria de suporte que não pára de crescer, produtoras, estúdios de gravação, os artistas que confeccionam o vestuário para as actuações, os fabricantes de instrumentos...




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