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ACHADOS ARQUEOLÓGICOS DE DELFOS

Delfos foi ocupada desde o Neolítico, sendo extensamente povoada no período Micénico. A maior parte das ruínas que sobrevivem datam dos séculos VI a IV a.C.
O templo de Apolo na sua forma atual é o terceiro erguido no mesmo lugar. Data do século IV a.C., sendo uma construção no estilo dórico.
Foi erigido sobre as ruínas de outros templos.
Originalmente possuía seis colunas na frente e 15 na lateral, mas foi destruído por um terremoto em 373 a.C. Era a sede do culto a Apolo e onde eram proferidos os oráculos. Foi parcialmente restaurado entre 1938 e 1941.
O templo estava rodeado de várias capelas, chamadas de tesouros, já que guardavam os ex-votos e as oferendas das cidades-estado gregas, para comemorar vitórias dedicadas ao deus, ou para agradecer benefícios.
De todos o mais importante era o Tesouro de Atenas, hoje o único restaurado, construído para comemorar a vitória na Batalha de Maratona.
Outro muito rico era o Tesouro de Sifnos, cujos cidadãos eram abastados por causa da exploração de ouro e prata de sua região.
O Tesouro de Argos também é importante, por ser o que se preservou em melhores condições.
Como resultado destas valiosas doações, Delfos tornou-se um centro de grande riqueza e influência e funcionava, na prática, como o banco da Grécia antiga.
Mais tarde as suas riquezas foram pilhadas por sucessivos conquistadores, sendo uma das causas do declínio da cultura grega.
O muro de pedra que foi construído para sustentar o terraço onde se ergueu o segundo templo é uma atração por si mesmo, por suas pedras serem cobertas de inscrições que ilustram o desenvolvimento da escrita grega da época. O templo sobreviveu até 390, quando o imperador cristão Teodósio I destruiu o templo, então abandonado e a maioria das estátuas e obras de arte em nome do cristianismo.
O local foi completamente destruído pelos cristãos na tentativa de remover todos os vestígios do paganismo.



Estamos a visitar: GRÉCIA ANTIGA

Let's travel to... GRÉCIA - 8 dias

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1° DIA - LISBOA - ROMA - ATENAS

Saída de Lisboa em voo com destino a Roma. Escala com tempo para jantar no aeroporto de Roma e saída em novo voo com destino a Atenas.
Alojamento em Atenas no Hotel Zafolia****.






2° DIA - ATENAS
Pequeno almoço no hotel. Pelas 09h30 e com acompanhamento da Guia local, efetua-se a visita da cidade, com o Arco de Adriano, o Parlamento com o túmulo do Soldado Desconhecido, a moderna cidade de Atenas, a cidade concebida pelos Deuses. Depois da Acrópole e, antes de tudo, se afirma a formosa geometria do Pártenon, observando-se o Eraklion e o pequeno Museu da Colina que alberga grandes tesouros artísticos. Almoço num dos muitos restaurantes do Bairro de Plaka. Tarde livre.
Jantar e alojamento.


3° DIA - ATENAS - ARGÓLIDA - ATENAS
Para o dia de hoje está reservado uma viagem autêntica no tempo, na qual as civilizações de ontem e de hoje se misturam pelo caminho.
Depois de uma pequena paragem junto ao Canal de Corinto, que une o Mar Egeu ao Mar Jónico, damos um "salto" de três mil anos para visitar "Micenas de muito ouro", como Homero chamou a esta cidade, com a famosa Porta dos Leões, entrada impressionante da Acrópolis de Micenas e dos túmulos dos Atreides. Depois, regresso ao presente para apreciar um bom almoço no restaurante Kolizeras. De tarde, visita ao Teatro de Epidauro, com a sua acústica perfeita e inimitável, com capacidade para 16.000 espectadores, onde durante o verão se apresentam ainda obras de escritores clássicos. Ao fim da tarde, regresso a Atenas.

4° DIA - ATENAS - PIREO - MYKONOS 
Pequeno almoço no hotel. Pelas 09.00H transporte privativo para o porto marítimo de Pireo, para embarque no cruzeiro "Golden Star". Assistência às formalidades e distribuição de cabines. Partida às 11h00. Regime de pensão completa a bordo. Chegada pelas 18h00 a Mykonos. Tempo livre para visitas a gosto pessoal: . Jantar a bordo. Pelas 23h00, continuação do cruzeiro durante toda a noite.



5° DIA - KUSADASI - CASA DA VIRGEM MARIA - ÉFESO - PATMOS 
Chegando pelas 07.00H a Kusadasi, na Turquia, pequeno almoço a bordo e desembarque para participar num passeio a Éfeso e visita às ruínas desta cidade da antiguidade, que chegou a ter meio milhão de habitantes. Nos arredores, visite a Casa da Virgem Maria, onde se crê ter vivido os últimos anos da sua vida. Regresso ao navio e almoço a bordo em navegação para a próxima ilha. A próxima ilha é Patmos, com chegada prevista para as 16.00H. Tempo livre para visitar a Gruta e Mosteiro de São João Evangelista. Jantar a bordo e partida às 21h00 para a próxima ilha com navegação durante a noite.

6° DIA - CRETA - SANTORINI 
Chegando a Creta pelas 07.00H. Pequeno almoço e desembarque para participar num passeio local ao Palácio de Knossos. Regresso ao navio e partida às 11h30. Almoço e chegada pelas 16.00H a Santorini, onde participará num passeio local. Jantar a bordo e navegação durante a noite.





7° DIA - PIREO - DELFOS - ATENAS 
Pequeno almoço ainda a bordo e desembarque pelas 08.00H para, com início logo a partir do porto de Pireo, seguir até Delfos, nas encostas do Monte Parnasos, onde se encontram os santuários ao Deus Apolo, Deus da Música e da Beleza. Visita ao Tesouro dos Atenienses e ao Oráculo da Pitomisa, a Sacerdotisa eleita por Apolo. Almoço em restaurante local. De tarde, regresso a Atenas. Jantar e alojamento.




8° DIA - ATENAS - MILÃO - LISBOA 
De manhã bem cedo, por volta das 04.00H da manhã, transporte para o aeroporto de Atenas para embarque em voo com destino a Milão. Escala e regresso a Lisboa.

DELFOS

Delfos foi ocupada desde o Neolítico, sendo extensamente povoada no período Micénico.
A maior parte das ruínas que sobrevivem datam dos séculos VI a IV a.C.
O templo de Apolo na sua forma atual é o terceiro erguido no mesmo lugar. Data do século IV a.C., sendo uma construção no estilo dórico.
Originalmente possuía seis colunas na frente e 15 na lateral, mas foi destruído por um terramoto em 373 a.C.
Era a sede do culto a Apolo e onde eram proferidos os oráculos.
Foi parcialmente restaurado entre 1938 e 1941.
O templo estava rodeado de várias capelas, chamadas de tesouros, já que guardavam os ex-votos e as oferendas das cidades-estado gregas, para comemorar vitórias dedicadas ao deus, ou para agradecer benefícios.
De todos, o mais importante era o Tesouro de Atenas, hoje o único restaurado, construído para comemorar a vitória na Batalha de Maratona.
Outro muito rico era o Tesouro de Sifnos, cujos cidadãos eram abastados por causa da exploração de ouro e prata da sua região.
O Tesouro de Argos também é importante, por ser o que se preservou em melhores condições.
Como resultado destas valiosas doações, Delfos tornou-se um centro de grande riqueza e influência, e funcionava na prática como o banco da Grécia antiga. Mais tarde as suas riquezas foram pilhadas por sucessivos conquistadores, sendo uma das causas do declínio da cultura grega.
O muro de pedra que foi construído para sustentar o terraço onde se ergueu o segundo templo é uma atração por si só, por suas pedras serem cobertas de inscrições que ilustram o desenvolvimento da escrita grega da época.
O templo sobreviveu até 390, quando o imperador cristão Teodósio I destruiu o templo, então abandonado e a maioria das estátuas e obras de arte em nome do cristianismo. O local foi completamente destruído pelos cristãos na tentativa de remover todos os vestígios do paganismo.
O Altar de Quios estava localizado em frente ao Templo, tendo sido construído pelo povo de Quio no século V a.C. todo em mármore negro, uma característica incomum na arquitetura grega e que deve ter causado uma grande impressão quando completo.
As suas ruínas foram restauradas em 1920.
Construída por Atenas para celebrar a vitória sobre os persas em 478 a.C., a Stoa dos Atenienses era uma estrutura com sete colunas talhadas em blocos únicos de pedra. O Ginásio compreendia uma série de edificações usadas pelos jovens, incluindo uma stoa, uma palestra, piscinas e banhos.
O Estádio, localizado na parte superior da encosta, foi construído originalmente no século V a.C., mas sofreu muitas alterações em épocas posteriores. Podia acolher até 6.500 espectadores, com uma pista de corrida de 177 m de comprimento e 25,5 m de largura.
O Teatro estava instalado na parte superior do complexo, oferecendo uma vista panorâmica do vale de Delfos e de todo o santuário. Data do século IV a.C. mas foi bastante remodelado com o tempo. Possui 35 fileiras de assentos e podia receber 5 mil pessoas.



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CHEGAR A DELFOS

Delfos é uma moderna cidade grega muito conhecida por seu sítio arqueológico, que foi declarado Património Mundial pela UNESCO.
Em épocas antigas, era o local dos Jogos Píticos e de um famoso oráculo (o oráculo de Delfos), que ficava dentro de um templo dedicado ao deus Apolo, elaborado por Trofônio e Agamedes.
Delfos era reverenciado por todo o mundo grego como o omphalos, o centro do universo.
Segundo a mitologia grega, no local a deusa Têmis era responsável pelo oráculo, que era guardado pela serpente Píton. 
Apolo, que havia aprendido a arte da profecia de Pã, filho de Zeus e Húbris, matou a serpente e tomou o oráculo.



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DESCER ATÉ AO MAR EM SANTORINI

A ilha foi criada quando Eufemo, um dos argonautas, jogou ao mar um pedaço de terra, presente de Tritão.
A ilha então passou a chamar-se Caliste, a mais bela e serviu como lar para os descendentes de Eufemo.
Mais tarde a ilha se chamou Tera, por causa de Teras, filho de Autesião, filho de Tisâmeno, filho de Tersandro, que liderou um grupo de colonos para a ilha[8].
Segundo Estrabão, Tera, colônia dos lacedemônios, era a metrópole de Cirene, localizada na atual Líbia[9]. O fundador de Cirene, Bato, era filho de uma princesa cretense com um nobre de Tera.



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EM SANTORINI TODOS PASSAM AQUI

A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístē (em grego clássico, "a mais bela", ou Tera, nome que ainda hoje ostenta em grego.
No século XIII o primeiro dos venezianos a chegar foi Iacopo Barozzi, quando chamaram a ilha com o nome de Santorini, até 1335.
A ilha gradualmente caiu sob o domínio otomano a partir de meados do século XVI e juntou-se à Grécia durante a Guerra da Independência em 1821.
A última erupção vulcânica do arquipélago ocorreu em 1950.
Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha.
O grupo de ilhas é também conhecido por Tira.
Santorini é o vulcão mais activo do denominado Arco Egeu, sendo constituída por uma grande caldeira submersa, rodeada pelos restos dos seus flancos. Esta forma actual da ilha deve-se, em grande parte, à erupção que há aproximadamente 3500 anos (cerca de 1680 a.C.) destroçou o seu território.
Aquela erupção, de grande explosividade, criou a actual caldeira e produziu depósitos piroclásticos com algumas centenas de metros de espessura que recobriram tudo o que restou da ilha e ainda atingiram grandes áreas do Egeu e dos territórios vizinhos.
O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo.
A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minoica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul.
Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida.



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SANTORINI

Santorini, chamada oficialmente Tira e Tera na Antiguidade, é uma ilha no sul do mar Egeu, a cerca de 200 quilômetros a sudeste da Grécia continental.
É a maior ilha de um pequeno arquipélago circular que leva o mesmo nome e é o resto de uma caldeira vulcânica.
O conjunto de ilhas forma o membro mais ao sul do grupo de ilhas Cíclades, com uma área de aproximadamente 73 quilômetros quadrados.
O arquipélago de Santorini é essencialmente o que restou depois de uma gigantesca erupção vulcânica que destruiu os primeiros assentamentos humanos que existiam na antiga ilha e que criou a caldeira geológica atual.
A enorme lagoa central retangular, que mede cerca de 12 por 7 km, é cercada por íngremes penhascos com até 300 metros de altura, em três dos seus lados. A ilha principal é inclinada em direção ao mar Egeu. No quarto lado, uma lagoa é separada do mar por uma outra ilha menor chamada Terásia. 
A profundidade de 400 metros da cratera torna possível que todos os maiores navios de cruzeiro ancorem em qualquer lugar da baía protegida.
O principal porto da ilha é Atínias. A capital, Fira, localiza-se no topo de um penhasco, de frente para a lagoa da caldeira.
A ilha é o local de uma das maiores erupções vulcânicas já registadas na história humana: a erupção minoica (às vezes chamada de erupção de Tera), ocorreu há cerca de 3600 anos, no auge da civilização minoica. A erupção deixou uma grande cratera rodeada por depósitos de cinzas vulcânicas a centenas de metros de profundidade e pode ter levado, indiretamente, ao colapso da civilização minoica na ilha de Creta, 110 km ao sul, através da formação de um gigantesco tsunami.
Outra teoria popular diz que a erupção de Tera é a fonte da lenda de Atlântida.



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CHEGAR A SANTORINI

Santorini é uma das ilhas Cíclades no Mar Ageu.
Foi devastada por uma erupção vulcânica no século 16 a.C., moldando para sempre sua paisagem ondulada.
As casas brancas, em forma de cubo, das 2 principais cidades, Fira e Oia, ficam nas encostas acima da caldeira (cratera) submersa.




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PALÁCIO DE KNOSSOS - CRETA

Cnossos ou Knossos foi o maior dos palácios cretenses no período clássico. A sua história é fundamental para conhecer a civilização da Idade do Bronze em terras gregas.
O local foi descoberto em 1878 por Minos Kalokairinos, um comerciante e antiquário cretense. As escavações em Cnossos começaram em 1900 pelo arqueólogo inglês Sir Arthur Evans (1851-1941) e sua equipe, e duraram 35 anos. Evans gastou de seu próprio bolso 250.000 libras para comprar todo o sítio, realizar um trabalho de escavação em grande escala e reconstruir o palácio.
Foi aqui que Evans encontrou pela primeira vez o que procurava, provas de linguagens escrita da Idade do Bronze grega. Os arquivos em placas de barro que descobriu permitiram, mais tarde, que estudiosos construíssem uma imagem bastante precisa de muitos aspectos da sociedade e da economia de Creta.
Entre os achados mais importantes estão os afrescos que decoram as paredes. Estas pinturas sofisticadas mostram o luxo de uma grande civilização. As vestes femininas tinham mangas bufantes, cinturas finas e saias drapeadas. Tinham uma distinta cor azul, indicando comércio com os fenícios. Os murais retratavam rituais de saltos acrobáticos sobre um touro; quando o saltador segura os chifres do touro, o touro violentamente empurrará seu pescoço para cima, dando ao saltador o impulso necessário para executar saltos mortais e outros truques acrobáticos ou acrobacias.
O primeiro palácio foi construído cerca 1900 a.C., mas uns tremores de terra destruíram tudo, e em seu lugar construíram um palácio ainda maior e mais luxuoso. Entre 1400 e 1500 a.C possivelmente teria sido outra vez destruído por causas naturais, apesar disso seguiu sendo habitado por mais 50 anos, quando um incêndio o destruiu definitivamente. Os palácios minoicos não eram somente a sede do soberano, mas também uma espécie de centro administrativo e religioso, aonde viviam os nobres, os sacerdotes e também pessoas do povo.
O palácio cobria uma área de 22 mil metros quadrados, possuía vários andares e tinha um plano intrincado. Devido a este fato, o palácio sugere a conexão com o mito do labirinto do Minotauro.
Na mitologia grega, o Minotauro ou touro de Minos é uma figura com cabeça e cauda de touro e corpo de homem, que vivia  num labirinto na ilha de Creta, governada pelo rei Minos.
O nascimento do Minotauro é proveniente de um ato de desrespeito a Poseidon, que é o rei dos mares. Diz a lenda que Minos pediu a Poseidon para se  tornar rei de Creta. Poseidon disse então que enviaria a Minos um touro dos mares e que esse animal deveria ser sacrificado como oferenda.
Impressionado com tanta beleza, Minos quis sacrificar outro animal em seu lugar, pensando que o rei dos mares não notaria a diferença. Bravo, Poseidon castigou o mortal, fazendo com que sua esposa Pasífae se apaixonasse pelo touro e dele engravidasse, nascendo o Minotauro. Com medo e desprezo, Minos solicitou a Dédalos a construção de um labirinto gigante para prender aquela criatura. Tal labirinto foi construído no subsolo do Palácio de Cnossos.
O Minotauro era quem devorava os enviados pelo rei de Creta como forma de punição. Foi Teseu quem se apresentou por conta própria para ir à cidade derrotar a criatura, chegando lá se apaixonou por Ariadne, filha de Minos, que o ajudou no combate. Ela entregou a Teseu um novelo de lã, para não se perder dentro do labirinto, e uma espada mágica. O herói atinge Minotauro e resgata outros enviados ainda vivos por ali.
A luta entre Teseu e Minotauro foi representada largamente na arte grega e quando as ruínas do palácio de Minos foram descobertas, os arqueólogos não encontraram nenhum tipo de labirinto por ali, embora a grande quantidade de quartos, escadas e corredores do local pudesse sugerir a origem do mito do Minotauro.





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ILHA DE CRETA

Creta é a maior e mais populosa ilha da Grécia.
Situada no sul do mar Egeu, é a quinta maior ilha do Mediterrâneo e a segunda maior do Mediterrâneo Oriental. Administrativamente é uma região, com capital em Heraklion, que é também a maior cidade da ilha.
A ilha constitui uma parte significativa da economia e do património cultural da Grécia, ao mesmo tempo que conserva características culturais próprias, nomeadamente na música e poesia.
Foi em Creta que floresceu a Civilização Minoica, entre os primeiros séculos do 3º milénio a.C. e meados do 2º milénio a.C., que é considerada a mais antiga civilização de que há registo na Europa.
Segundo a mitologia grega, foi ali que cresceu Zeus e que viveu o Minotauro.
A primeira referência escrita à ilha, em textos da cidade síria de Mari datados do século XVIII a.C., é Captara, uma forma repetida por fontes neoassírias posteriores e na Bíblia, onde aparece como Caphtor.
No Antigo Egito foi conhecida como Keftiu.
Pensa-se que o nome minoico fosse semelhante simultaneamente aos nomes sírio e egípcio.
Em grego antigo o nome Creta (Κρήτη) aparece pela primeira vez na Odisseia de Homero. 
Em latim tornou-se Creta.





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PATMOS À NOITE

Na área de Hóra, pequenas casas brancas que brilham sobre o sol do Egeu convivem com mansões de dois pisos. Segue pelas estreitas ruas históricas, do monastério até Skala (o porto da ilha), e descobre restaurantes, cafés, lojas e confeitarias tradicionais. Mime-se com tortas de queijo, produtos lácteos locais, e massa de pão em forma de bolsinha com mel e nozes.
A maior povoação, bem como a capital e porto da ilha, é Skala onde se pode encontrar alojamento e tabernas de peixe fresco entre edifícios usados ​​pelos italianos durante a Ordem Italiana no Dodecaneso (1912-1943).


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CHEGAR A PATMOS

Conhecida por ser o local para onde o apóstolo João foi exilado e escreveu o livro da Bíblia "Apocalipse" — conforme consta na introdução do próprio livro —.
Segundo uma tradição preservada por Ireneu, Eusébio, Jerónimo e outros, o exílio de João aconteceu em 91 ou 96 dC, no décimo quarto ano do reinado de Domiciano.
A tradição local ainda aponta a caverna onde João teria recebido a revelação para escrever o livro de Apocalipse.


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PATMOS

Patmos é um município integrante da unidade regional de Calímnos com capital em Hora (ou Chora), que às vezes é chamada, erroneamente, de Patmos. Escala é o único porto.
A ilha é dividida em duas partes quase iguais, uma do norte e outra do sul, unidas por um istmo. A vegetação é escassa, e o relevo é formado por montes relativamente baixos, cujo ponto mais alto tem o nome do Profeta Elias e tem 269 m de altitude.



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MYKONOS - BAIRRO ALEFKANDRA

Achados arqueológicos indicam que os jónios chegaram a Míconos no começo do século XI a.C.. Descobertas mais recentes revelaram reminiscências de tribos do período Neolítico.
Na mitologia grega, Míconos foi o local da batalha entre Zeus e os Gigantes.
A ilha recebeu o nome do filho do deus Apolo, Míconos.
Hoje, Míconos é uma ilha bastante cosmopolita, graças a ter se tornado destino, nas últimas décadas, de visitantes do jet set internacional. Muitas celebridades gregas e internacionais têm residências de verão na ilha e, frequentemente, podem ser vistas nas belas casinhas brancas da ilha ou em tavernas locais.
As belas praias da ilha também atraem praticantes de windsurf e nudismo.







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PORTO ANTIGO DE MYKONOS

Míconos é uma ilha da Grécia. Faz parte do arquipélago das Cíclades, um grupo de ilhas do Mar Egeu.
Tem uma área de 86 km² e uma altitude máxima de 364 m.
É composta principalmente de rocha de granito e tem pouca água.
A maior cidade da ilha é Míconos, situada na costa oeste da ilha. Faz parte da periferia do Egeu Meridional.



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ILHA DE MYKONOS

Mykonos é uma ilha do arquipélago Cíclades no Mar Ageu.
É popularmente conhecida pela sua atmosfera festiva no verão. Praias como Paradise e Super Paradise têm bares com música no mais alto do volume.
Grandes danceterias atraem DJs mundialmente conhecidos e, normalmente, ficam abertas até tarde.
Entre os pontos turísticos mais emblemáticos está uma fila de moinhos do século 16, que fica  numa colina acima da cidade de Mykonos.



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MAR EGEU - ORIGEM DO NOME

Já na Idade Antiga havia várias explicações propostas para a origem do nome.
Dizia-se que a origem seria devida à cidade grega de Aegae, ou a Egeia, rainha das Amazonas que morreu no mar, ou a Aigaion, um dos nomes de Briareu ou, especialmente entre os atenienses, Egeu, pai de Teseu, que se deitou ao mar ao concluir, erradamente, que seu filho estava morto, uma vez que este, voltando da ilha de Creta, após ter vencido o Minotauro, se esqueceu de trocar as velas do seu barco para brancas -- que teriam indicado sua vitória e sobrevivência-- deixando as velas negras, que simbolizavam derrota e a morte de Teseu.


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SAÍDA DO PORTO DE PIREU

O mar Egeu é um mar interior da bacia do mar Mediterrâneo situado entre a Europa e a Ásia.
Estende-se da Grécia, a oeste, até a Turquia, a leste. Ao norte, possui uma ligação com o mar de Mármara e o mar Negro através do Dardanelos e do Bósforo. Diversas ilhas estão localizadas no mar Egeu, inclusive Creta e Rodes, que formam o seu limite meridional.
O mar era tradicionalmente conhecido como o Arquipélago devido à sua importância para os gregos. O termo também se aplicava ao conjunto das ilhas do Egeu e, posteriormente, veio a designar qualquer conjunto de ilhas.


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EPIDAURO

Epidauro era uma cidade da Grécia antiga, situada na Argólida, às margens do mar Egeu e célebre pelo santuário de Esculápio, Deus da Medicina, que atraía doentes de todo o mundo. Seu teatro ao ar livre está bem conservado. Fundada pelos jónicos, foi ocupada pelos dóricos e aliou-se a Esparta, perdendo sua importância com o desenvolvimento da cidade de Egina, na ilha de mesmo nome. Decaiu com a conquista romana.
Famoso também é o Teatro de Epidauro, dos maiores de seu tipo e do seu tempo, possuía uma acústica considerada perfeita para a época e até agora, reproduzindo com precisão e, principalmente, de forma audível. Mesmo o som de uma moeda deitada ao chão, podia ser ouvido nas últimas bancadas.


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MICENAS

Micenas é um sítio arqueológico localizado cerca de 90 km a sudoeste de Atenas, no nordeste do Peloponeso. 
Argos fica a 11 km para sul; Corinto, 48 km para norte.
No segundo milênio a.C., Micenas foi um dos maiores centros da civilização grega e uma potência militar que dominou a maior parte do sul da Grécia.
O período da história entre 1600 e cerca de 1100 a.C é chamado Micénico em reconhecimento à posição de liderança de Micenas.


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