GUATAPÉ

Antes que os conquistadores ibéricos chegassem à área no século XVI, este território era habitado por grupos indígenas, alguns controlados por um cacique chamado Guatape. Em sua homenagem, a cidade recebeu seu nome.
O nome "Guatapé", vem da língua quíchua, relacionada a "pedras e água".
Outro nome que a cidade teve no passado foi "La Ceja de Guatapé". Guatapé foi fundada em 4 de outubro de 1811, pelo espanhol Don Francisco Giraldo y Jimenez. Foi declarado município em setembro de 1867.
Guatapé mudou ao longo de sua história. Era predominantemente uma cidade agrícola que dependia da pecuária, agricultura e mineração.
As Empresas Públicas de Medellín construíram um grande complexo hidroelétrico aqui na década de 1970. Este megaprojeto provocou grande impacto no desenvolvimento social, econômico, político, ambiental e cultural da localidade. Com a construção desta barragem, Guatapé tornou-se um dos mais importantes centros de produção de energia elétrica do país.




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ZÓCALOS DE GUATAPÉ

Os zócalos, aquelas partes inferiores das fachadas das casas.
Em Guatapé são decorados com desenhos coloridos desde princípios do século XX.
Alguns dos desenhos que se observam estão relacionados com a história da povoação, outros representam girassóis, paisagens e objetos da vida quotidiana das pessoas.




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ONDE ALMOÇAR JUNTO À PEDRA DE PEÑOL

Ali junto à grande pedra El Penol existe um hotel com boa cozinha e excelente vista que é, de facto, um bom sítio para almoçar e repôr forças depois daqueles 749 degraus a subir e depois a descer.
Para ter uma boa vista o hotel foi construído num ponto elevado e, para lá chegar, há uma estrada estreita, íngreme... mesmo boa para fazer num autocarro de 50 lugares. Mas agora, depois de ter ido e vindo, há alguns pontos a esclarecer:
📎 Desde que fomos ao Peru ficámos especialmente reactivas a estradas de sentido único, terra batida e precipícios;
📎 Uma coisa é fazer uma estrada destas em veículo ligeiro, outra é fazer em autocarro;
📎 Afinal, o nosso principal receio que era o de aparecer algum veículo em sentido contrário, não tinha razão de ser porque a descida faz-se por outro lado.
Resumindo, a comida e a vista recompensariam mesmo que o acesso não fosse lá aquela coisa.




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EL PEÑOL - SUBIR 749 DEGRAUS

 Já sabíamos que havíamos de ter 749 degraus para subir.
A dúvida era se íamos ou não ter força e coragem para os subir.
A meio da escadaria há um nicho com uma imagem de Nossa Senhora e a decisão ficou para ser tomada quando lá chegássemos.
A altura já é considerável e a vista já é soberba.
Chegámos a pensar atender ao pedido das pernas mas, estávamos lá por uma vez que deve ser a única nas nossas vidas, havia tempo para que não fosse feito à pressa e, no duelo entre pernas e olhos, ganharam os olhos.
A vista de 360° lá do alto é a recompensa.




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A PEDRA DE EL PEÑOL

O Rochedo de Guatapé é um marco na Colômbia.
Está localizado na cidade e município de Guatapé, Antioquia.
Também é conhecida como A Pedra de El Peñol, ou simplesmente La Piedra ou El Peñol pois a cidade de El Peñol, que faz fronteira com Guatapé, também historicamente reivindicou a rocha como sua e, portanto, levou a diferentes nomes para o local.
O relevo é um remanescente de rocha granítica que resistiu às intempéries e à erosão, provavelmente como resultado de ser menos fraturado do que o leito rochoso circundante.
O Peñón de Guatapé eleva-se até 200 metros acima de sua base. Os visitantes podem escalar a rocha através de uma escada com 759 degraus.
Perto da base da Rocha há barracas de comida e mercado para compras.
A metade da escada há um santuário da Virgem Maria.
O cume contém uma torre de mirante de três andares, uma loja de conveniência e uma área de estar.





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CERÂMICA, A ARTE DE CARMEN DEL VIBORAL

El Carmen de Víboral é famosa pela sua cerâmica pintada à mão.
Quem não sabe fica logo a saber. Desde o obelisco da Praça Bolívar aos pés dos candeeiros de iluminação pública, floreiras, bancos de jardim, desenhos e painéis nas paredes, tudo é cerâmica pintada.
Visitámos uma grande loja e, no primeiro andar, lá estavam as Senhoras que pintam a pincel com a precisão de quem faz aquilo quase de olhos fechados.
Descemos, saímos e não comorámos. Não que as peças não valessem a pena, mas porque a nossa raça corresponde à dos turistas que só trazem fotos, vídeos e bons momentos.





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PRAÇA BOLIVAR EM CARMEN DEL VIBORAL

Todas as cidades, vilas e até arrisco aldeias da Colômbia têm uma Praça Bolívar.
Claro que Carmen de Víboral não é excepção.
É aqui que todos vêm ter e é aqui que tudo acontece.
Igreja, lojas, cafés, um pequeno jardim, casas coloniais e casas republicanas.
Não há ninguém que não erga o olhar ao obelisco central todo forrado a estilhaços de cerâmica.
Se lá forem e aparecer a Senhora a vender bonuelo, comprem. É uma espécie de bola de Berlim sem creme que vai muito bem a meio da manhã quando o pequeno almoço já foi há muito tempo.





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