Let's travel to... GERÊS - 8 DIAS

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1° dia - LISBOA - MATOSINHOS - SÃO BENTO DA PORTA ABERTA


Saímos de Lisboa por volta das 09.00H, rumo a Norte, via A1. 
Paragem em Matosinhos para almoço e visita à cidade.
Os restaurantes em Matosinhos são muito famosos pelo seu peixe fresco e são muito concorridos. Para evitar filas de espera, fomos directamente ao restaurante Senhor do Padrão onde já tínhamos reserva para as 12.30H. O estacionamento na rua não é fácil, mas existe um parque de estacionamento subterrâneo ali muito perto.
Depois de almoço visitámos a pegar no carro e viemos estacionar em estacionamento gratuito muito perto da rotunda da Anémona.
A Anémona é uma instalação de arte moderna que já consegue ser imagem de marca e pede mesmo umas quantas fotos.
Fizemos toda a marginal passando pelo memorial Tragédia no Mar e até ao Padrão do Senhor de Matosinhos. O vento verdadeiramente forte impediu-nos de chegar ao terminal de cruzeiros.
Voltámos ao carro para ir à Igreja Matriz do Senhor Jesus de Matosinhos.
Saída de Matosinhos em direção a São Bento da Porta Aberta para check-in no Hotel São Bento****. Saída para visita ao Santuário, jantar no Restaurante O Sobreiro em Rio Caldo. Regresso ao hotel


2° dia - MIRADOURO DA PEDRA BELA - MIRADOURO DAS ROCAS - CASCATA DO ARADO - CASCATAS DO TAHITI - PINCÃES - CASCATA DE PINCÃES - PONTE DA MISARELA - SÃO BENTO DA PORTA ABERTA -
Aproveitando a luz do dia, fizemos um pequeno passeio matinal a pé pela localidade onde estávamos alojados, Rio Caldo.
Apreciámos a beleza bucólica da Albufeira da Caniçada a marina e a praia fluvial de Alqueirão.
Saímos em direcção à Vila do Gerês pela N308-1 passando pelas termas do Gerês e seguindo as indicações do Miradouro da Pedra Bela. A estrada é a subir e sinuosa. Paragem na Pedra Bela.
A vista do miradouro para a albufeira da Caniçada e para a confluência dos rios Caldo e Cávado é simplesmente deslumbrante.
Seguimos as indicações para a Cascata do Arado e deixámos o carro numa mini rotunda junto ao Miradouro das Rocas que também pode ser subido para ver a paisagem.
Daí segue-se a pé, o caminho é agradável e evita dar-se cabo do carro.
Para chegar à cascata, é preciso subir as escadas à direita da pequena Ponte do Arado. Encontramos um miradouro de onde vemos todas as lagoas e quedas de água que formam a cascata. Chegar à base da cascata não é impossível, mas também não é fácil. Faz-se por um caminho muito íngreme e escorregadio que parte do miradouro.
Não foi fácil encontrar o caminho mas valeu a pena chegar ao lugar recôndido das Cascatas do Tahiti.
As Cascatas do Tahiti, formadas pelas águas do rio Arado, dispensam apresentações, são a imagem de marca das cascatas do Gerês. . 
Almoço no restaurante Fojo dos Lobos.
A Cascata de Pincães é uma das mais bonitas e a sua piscina natural é um verdadeiro lugar idílico. Para lá chegar é preciso caminhar cerca de 20 minutos.  Deixámos o carro na aldeia de Pincães e seguimos o caminho de terra batida a pé, durante cerca de 2km, até à cascata. O acesso final não é fácil mas a recompensa está garantida.
A ponte medieval da Misarela (aka Ponte do Diabo), sobre o rio Rabagão, é um dos locais mais emblemáticos do Gerês e reza a lenda, que é obra do Diabo.
O carro fica na aldeia de Sidrós e, para chegar à ponte e à cascata, é preciso descer um caminho de cerca de 1 km.
Jantámos na Vila do Gerês no Restaurante Petiscos da Bó Gusta.

3°dia - CASCATA DE PITÕES DAS JÚNIAS - RUÍNAS DO MOSTEIRO DE SANTA MARIA DAS JÚNIAS - PITÕES DAS JÚNIAS - MONTALEGRE - SÃO BENTO DA PORTA ABERTA
 dois caminhos para chegar à Cascata de Pitões das Júnias. Escolhemos o que passa pela Paradela e Fiães do Rio. O caminho é muito bonito e até chegámos a parar para tirar fotos.
A aldeia de Pitões das Júnias é uma das mais encantadoras do Gerês transmontano. Visitámos  a Igreja de São Rosendo, igreja matriz, descobrimos a Capela do Anjo da Guarda construída no cimo de uma serra, mas não visitámos.
Para além da pequena aldeia é imperativo visitar as ruínas do Mosteiro de Santa Maria das Júnias e a imponente cascata de Pitões das Júnias. Ambos ficam a somente dois quilómetros do centro do povoado. Para visitar o mosteiro deixamos o carro junto da cascata e seguimos por um caminho de terra e depois pelos passadiços.
Almoço em Montalegre no Restaurante Adega O Fumeiro.
Depois de almoço, passeio e subida ao  castelo de Montalegre.
No regresso a São Bento da Porta Aberta parámos na Vila do Gerês para visitar a vila e as suas termas.
Jantámos na Vila do Gerês no Restaurante Lurdes Capela.

4° dia - BARRAGEM DE VILARINHO DAS FURNAS - GERMIL -  PONTE DA BARCA - MELGAÇO
Check out do Hotel São Bento da Porta Aberta.
Começámos o dia pela Barragem de Vilarinho das Furnas. Para chegar ao local de onde se podem ver as ruínas da aldeia tem de se deixar o carro no estacionamento da barragem  e caminhar cerca de 2km por uma estrada de terra batida.
Preferimos descer a estrada também de terra batida que nos leva ao fundo do muro da barragem, junto às turbinas. É impressionante.
Na subida de volta da barragem demos prioridade ao gado local que se passeia pachorrentamente por ali.
aldeia de Germil é uma das aldeias serranas mais típicas do Gerês. Casas de xisto,  cruzeiros e a Igreja Paroquial de Santa Maria da Cabração.
Já que estávamos perto, apontámos o nosso almoço para Ponte da Barca na Taberna de São João. Não vamos dispensar um passeio a pé.
A meio da tarde rumámos a Melgaço para alojamento na Casa das Pesqueiras e desfrutar da piscina até à hora do jantar.
Jantar no restaurante Cantinho do Adro em Melgaço.

5° dia - PENEDA - SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DA PENEDA - CASTRO LABOREIRO - SISTELO - SOAJO - LINDOSO - MELGAÇO
A grande atração da Peneda é o 
Santuário da Nossa Senhora da Peneda e a extensa escadaria que dá acesso ao Santuário, com as cerca de 20 capelas com cenas da vida de Cristo.
As banquinhas e casinhas de artesanato junto ao Santuário também merecem uma visita. Trouxemos mel.
Castro Laboreiro conseguiu manter intactas muitas das suas tradições. Pontos de interesse para visitar: as ruínas do castelo de Castro Laboreiro; as pontes românicas e medievais; centro com casas de granito; igreja; pelourinho e núcleo museológico
Almoço no restaurante Cantinho do Abade em Sistelo. Depois de almoço, passeio pela aldeia. Mais uma aldeia de casas de xisto e um passadiço que permite vista privilegiada para os sucalcos que tornam esta aldeia conhecida por ser"o Tibete português".
São 24 os espigueiros que compõem a eira comunitária de Soajo e, vê-los ao vivo, supera as expectativas. Não saímos  sem percorrer as empedradas ruelas do centro histórico.
A eira junto ao castelo de Lindoso guarda uns 60 espigueiros. Visitámos o castelo, a eira e a barragem.
Escolhemos jantar em Arcos de Valdevez e a escolha foi propositada. Antes do jantar percorremos a pé as margens do rio Vez, atravessámis a ponte dos arcos, visitámos a igreja e ainda tivemos tempo para sentar e apreciar a calma do fim de tarde.
Jantar no restaurante Lagar ainda em Arcos de Valdevez.

6° dia - PORTELA DO HOMEM - TRILHO DA MATA DA ALBERGARIA - CASCATA DA PORTELA DO HOMEM - TORNEIROS
Escolhemos o caminho mais curto para ir de Melgaço até à Portela do Homem e, apesar de ambas as localidades serem em Portugal, o caminho mais curto é por Espanha. Deixámos o carro junto ao antigo posto de fronteira e descemos a pé até à mata e à cascata. Não há espaço para estacionamento nas zonas de maior interesse, nem é possível parar nem que seja só para tirar uma foto.
É possível fazer um percurso circular de 4kms. O trilho começa e acaba na Portela do Homem, mesmo ao lado da fronteira com a Espanha, e é um passeio pedestre acessível.
A Mata da Albergaria é composta por imponentes e seculares carvalhos, frondosa vegetação e idílicas cascatas, das quais destacamos a Cascata do Rio Homem. Muito cuidado na descida à cascata que é escorregadia e perigosa.
Aproveitámos que a Espanha estáva ali mesmo ao lado e aventurámo-nos pelo Parque Natural Baixa Limia-Serra do Xurés. Da Portela do Homem até à piscina natural de água quente, a céu aberto, de Torneros (Lobios) são apenas 8km e o desvio vale bem a pena. Até porque se pode aceder à piscina gratuitamente.

7°dia - MELGAÇO - MONÇÃO
Hoje o dia foi aproveitado para conhecer a vila que nos tinha dado abrigo nos últimos dias. Estacionámos na
Praça da República e seguimos para o castelo onde está o Núcleo Museológico da Torre de Menagem de onde se tem a melhor vista da cidade. Na Rua Direita encontramos a Igreja Matriz com a torre sineira. Rodeamos a igreja para descobrir o lobo… ou leão… um intrigante detalhe decorativo da igreja. Continuamos para oeste e entramos nas ruelas estreitas de casas de granito. Numa dessas ruelas damos de caras com a Igreja da Misericórdia que é fácil de identificar pelos sarcófagos medievais no adro.
Uns metros adiante encontramos o Solar do Alvarinho, a não perder quando visitar Melgaço. O solar já foi cadeia e câmara municipal. Hoje o solar seiscentista dos Três Arcos, como também é conhecido, é a Casa Mãe da Rota do Vinho Alvarinho. O local ideal para conhecer esse famoso néctar, o Alvarinho, e o espumante e aguardente regionais. 
Almoço em Monção no restaurante Matraquilho, seguido de breve visita à vila.
Depois do almoço voltámos a Melgaço para um passeio refrescante nos passadiços às margens do rio Minho, com Espanha logo ali do outro lado.
Resto de tarde livre para desfrutar da piscina do nosso alojamento.
Jantar no restaurante Adega Sabino.


8°dia - MELGAÇO - PONTE DE LIMA - LISBOA
Tínhamos reservado esta última manhã para 
conhecer a aldeia mais setentrional de Portugal onde está o marco Nº1 da fronteira com Espanha - Aldeia de Cevide. Trabalhos na única estrada de acesso fizeram-nos mudar de planos e rumar a Ponte de Lima.Estacionámos junto ao Rio Lima e atravessámos a ponte  romana e medieval para chegar à capela de Santo António.
De regresso à margem esquerda, visitámos a Igreja Matriz, as ruas estreitas em volta e, claro, não podíamos deixar de fazer a frente ribeirinha com mercado artesanal aos sábados.
Almoço ainda em Ponte de Lima no Restaurante Açude.
Regresso a casa.














Let's travel to... COLÔMBIA - 14 DIAS

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1º DIA – LISBOA - BOGOTÁ 
A viagem começou no aeroporto de Lisboa. Pelas 11h30 partimos com destino a Madrid onde chegámos pelas 13h50 e pelas 15h15 continuação até Bogotá. Chegámos pelas 19h35. Formalidades de desembarque e transporte até ao Hotel Viaggio Nuevetrez 4*. 



2º DIA – BOGOTÁ - ZIPAQUIRÁ - BOGOTÁ 

A capital impressiona com sua mescla de modernidade, centro histórico, excelentes hotéis, lojas, bares e restaurantes. Começámos com uma s
ubida ao Cerro de Monserrate, a 2.600 metros, de onde se tem uma maravilhosa e abrangente vista da cidade. Descemos como subimos, de funicular e e dirigimo-nos ao centro da cidade para uma visita ao emblemático Museu do Ouro para admirar uma das mais importantes coleções da metalurgia pré-hispânica no Mundo. Começámos aqui um passeio a pé pelo bairro de La Candelária, onde estão bibliotecas, museus, bares, livrarias e prédios que fazem parte da história do país; a Plaza de Bolivar com os seus edifícios emblemáticos como o Capitólio Nacional; a La Casa de los Comuneros e Catedral Primada e o Museu Botero. Saímos para a povoação de Zipaquirá, a uma hora de distância de Bogotá. Almoço em Zipaquirá no restaurante Brasas del Llano onde pudemos provar churrasco e escutar música ao vivo. Depois de almoço visitámos da Catedral de Sal, construída no interior das minas de sal e um santuário católico, um dos mais célebres do país. Regresso a Bogotá para jantar animado num dos restaurantes da cadeia Andres Carne de Res. Regresso ao hotel para a última noite de alojamento em Bogotá. Do programa inicialmente previsto ficou por visitar o Museu da Esmeralda por estar em obras. 



3º DIA – BOGOTÁ – (AVIÃO) - SANTIAGO DE CALI 

Bem cedo, saímos para o aeroporto para apanhar voo com destino a Cali. É a terceira maior cidade, a capital da salsa colombiana. É a cidade das mulheres bonitas, homens que sabem dançar de verdade, de ruas estreitas, de casas coloniais e considerada por muitos como sendo a Colômbia no seu estado mais puro. A primeira paragem foi no Hotel Movich Casa del Alferez 4* para trocar de roupa e sapatos já que aqui o clima é bastante mais quente que em Bogotá. A seguir visita da cidade com destaque para o Parque dos Gatos, que resulta de um projecto humanitário de apoio às crianças e jovens em risco, o morro do Cristo Rey, o Bairro de Santo Antónioo no centro histórico, a Iglesia La Eremita ben no coração da cidade. Aproveitando que estamos no centro para almoçar no restaurante Faro. Aqui é obrigatório visitar uma escola de salsa, onde tivemos aulas com bailarinos profissionais e ainda aprendemos a tocar campana. Uma tarde animada e bem passada. Para não perdermos o ritmo, terminámos o dia com com jantar no restaurante Cantina La 15 sem show de salsa mas com animação e boa comida. Regressámos a pé ao hotel para a única noite de alojamento em Cali.
Do programa ficou por cumprir a visita ao morro das três cruzes por não ser acessível de autocarro e ao jantar foi substituído o show de salsa pela animação própria do restaurante, uma vez que já tínhamos tido oportunidade de ver e participar em show de salsa durante a tarde.


4º DIA – SANTIAGO DE CALI – GUADALAJARA DE BUGA - PARQUE NACIONAL DE LA UVA – CARTAGO - EJE CAFETERO 

Viagem por estrada, para norte, com destino ao Eje Cafetero, com paragem em Buga, para visita à Basílica Del Señor de los Milagros. Estamos na capital vinícola da Colômbia, para visitar o Parque Nacional de la Uva – um espaço temático bio educativo numa viagem de sabores, saberes e natureza.
Almoçámos no restaurante do parque temático.
Paragem em Cartago, famosa pelos seus bordados artesanais e arquitectura colonial. Continuámos para o Eje Cafetero, região onde se cultiva o melhor café do mundo. Jantar e alojamento no Hotel Campestre las Camelias 5*


5º DIA – EJE CAFETERO - SALENTO (VALLE DEL COCORA) - EJE CAFETERO 
De manhã, visita da “Hacienda San Alberto”. A região ainda abriga uma boa quantidade de arrieros (tropeiros) que, sempre ao lado de suas mulas carregadas de café, continuam sendo uma das imagens mais tradicionais deste zona do país. O café arábica aqui cultivado produz duas colheitas por ano, e o seu sabor e o aroma são mais suaves do que noutras variedades, mesmo contendo o dobro de cafeína. Esta será uma visita guiada pelos cafezais, onde teremos oportunidade de conhecer todo o processo de cultivo e de receber uma pequena formação de Provador Oficial de Café.
Saída para visita ao Valle del Cocora e a Salento onde almoçámos no Restaurante Donde Laurita Campestre, mas deixámos a visita de cidade para mais tarde.
Na cordilheira central colombiana, o vale é pontuado pelas majestosas “palmas de cera”, palmeiras que, com 70 metros de altura, são a árvore símbolo da Colômbia. Continuação para o bosque de névoa onde apreciámos a biodiversidade de fauna e flora. Uma parte do percurso foi feito nos tradicionais Jeeps Willys! Caminhada ecológica pela Reserva Natural del Cocora.
Visita da povoação de Salento, uma das joias da região, com as suas casas coloridas com as varandas típicas e lojas de artesanato. Jantar e alojamento. 


6º DIA – EJE CAFETERO – ARMENIA - (AVIÃO) – SANTA MARTA 

Bem cedo, transporte ao aeroporto de Armenia. Voo para Santa Marta, no caribe colombiano e a cidade da última residência do libertador Simón Bolívar. É rasgada pelo mar do Caribe e por um conjunto de enormes montanhas da Serra Nevada, cujos picos podem ser vistos em dias ensolarados. Passeámos pelo centro histórico, com um rico conjunto de casas coloniais, com a Catedral – conhecida também como Basílica Menor; a Casa da Alfândega, sede do Museu do Ouro de Tayrona; o monumento a Pibe Valderrama e visita à Quinta de San Pedro Alejandrino, local onde Simón Bolívar passou os seus últimos dias. Jantar e alojamento no Hotel Catedral Plaza 4*. 


7º DIA – SANTA MARTA – PARQUE NACIONAL TAYRONA – SANTA MARTA 
Dedicamos o dia ao Parque Nacional Tayrona. Saída do porto, em lancha, até ao parque. Estendendo-se desde a Sierra Nevada até ao mar das Caraíbas, este parque, com 15 mil hectares, praias de areia fina, enseadas à sombra de palmeiras, bosques, manguezais, recifes do coral e uma rica biodiversidade, é considerado Reserva da Biosfera pela Unesco. Caminhada relaxada descobrindo estas praias e a paisagem circundante. Esta região ainda é o território do povo Tayrona, que habitam nas zonas mais privadas do parque e que por vezes ainda se cruzam connosco. Tempo livre para gozar as belezas naturais e das belas praias. Regresso a Santa Marta. Jantar e alojamento.


8º DIA – SANTA MARTA – GALAPA – USIACURÍ – BARRANQUILLA - CARTAGENA DAS ÍNDIAS
Viajamos por estrada até Cartagena da Índias, ao longo da costa caribenha. Paragem nas pequenas povoações de Galapa e Usiacurí, famosas pelas suas oficinas de artesãos dedicados a trabalhar a madeira da seiva vermelha. Visita panorâmica a Barranquilla, conhecida como a Porta de Ouro da Colômbia pois no final do século XIX era entrada de viajantes e mercadorias. Barranquilla é também famosa pelo seu Carnaval, declarado pela Unesco Obra Mestra do Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade. Chegada a Cartagena das Índias ao final do dia. Ficámos alojados bem no centro de Cartagena, dentro da cidade amuralhada, no Armeria Real Luxury Hotel & Spa 5*. Jantar e alojamento. Passeio informal nocturno pelo bairro de Getsemaní com mercadinhos, barracas de comida e animados clubes noturnos.

9º DIA – CARTAGENA DA ÍNDIAS - ISLA DEL ROSARIO / ISLA MANAGUA – CARTAGENA DA ÍNDIAS
Saída em lancha rápida para as paradisíacas Ilhas do Rosário, arquipélago de pequenas ilhas de coral como as contas de um rosário. A primeira paragem é feita no Parque Nacional das Ilhas do Rosário para visita do aquário San Martin. Destacamos os tanques dos tubarões e dos golfinhos. Continuação da visita panorâmica pelas diversas ilhas que formam este arquipélago. Paragem numa das ilhas para almoço típico e tempo livre para desfrutar das magníficas praias. Regresso a Cartagena ao final da tarde. Jantar e alojamento.

10 º DIA – CARTAGENA DAS ÍNDIAS
Localizada no caribe colombiano, Cartagena foi sede do importante porto durante o período colonial e por isso alvo de muitos ataques piratas. Tem praias paradisíacas, mas o seu principal atrativo é mesmo a história, a arquitetura dos casarios coloniais e as muralhas. Uma cidade cujo valor repousa na afectuosidade das suas gentes, na riqueza material da sua arquitectura e nas infinitas expressões culturais de um povo aguerrido e valente. Aqui muito encontramos da vida e obra de Gabriel Garcia Marquez, o seu mais ilustre morador. Destaque para os bairros de Bocagrande; a Catedral, uma das mais antigas da América; o Palácio da Inquisição; a Casa de San Pedro Claver e a Praça da Aduana. Visita ao Castelo de San Felipe de Barajas, uma das maiores construções feita por espanhóis no Novo Mundo; ao Museu do Ouro e ao Parque Bolivar. Cartagena das Índias merece todo o nosso tempo, portanto a tarde é inteiramente livre para passearmos, fazermos compras, ou simplesmente gozarmos o ambiente caribenho numa das muitas esplanadas. Jantar e alojamento.

11º DIA – CARTAGENA DAS ÍNDIAS – (AVIÃO) - MEDELLÍN

Transporte ao aeroporto e saída com destino a Medellin. Chegada a Medellín, a segunda maior cidade colombiana, cidade natal de Fernando Botero, um dos artistas mais expressivos da Colômbia, e do infame Pablo Escobar. A imagem da cidade com cartéis de droga, níveis recordes de homicídio, e pobreza generalizada é obsoleta, pois Medellín é hoje uma cidade vibrante e cosmopolita, além de totalmente segura. A melhor maneira de nos movimentarmos em Medellin é de metrocable (teleférico). Assim o faremos. Destaque para o Parque del Poblado; a Plaza Botero, com obras em bronze do artista; o Parque dos Pés Descalços, com os seus espelhos de água e a Catedral Metropolitana. Foco ainda na temática do narcotráfico e na vida de Pablo Escobar, com visita à Comuna 13. Até há dez anos esta favela liderava como um dos mais perigosos do mundo, mas hoje, pacificada, é uma tela para a arte urbana repleta de cor e um local de visitas aos turistas mais curiosos. Jantar e alojamento no Hotel Atton El Tesoro 4*, ou similar.


12º DIA – MEDELLÍN – PEÑOL – GUATAPE – CARMEN DE VIBORAL - MEDELLÍN

Visita do maciço de Peñol de Guatapé. A cerca de 70km de Medellín, o Peñol conta com 200 metros de altura e seiscentos e muitos degraus. Toda esta bela região é formada por ilhotas, uma espécie de península. Almoço típico no município de Guatapé com as belas fachadas típicas do casario. Continuamos para a pequena povoação de Carmen de Viboral, famosa pela sua cerâmica. Regressamos a Medellín. Jantar especial no Restaurante Andrés Carne de Res – uma experiência gastronómica, cultural e musical que nos transportará para a realidade colombiana.


13º DIA – MEDELLÍN - …

Continuamos as visitas a Medellín, com visita ao Parque Arví, para uma relaxada caminhada matinal, nesta reserva ecoturística. Almoço em restaurante no centro de Medellín. Teremos tempo livre no centro de Medellín antes de irmos para o aeroporto. Pelas 21h15 saída em voo regular Air Europa com destino a Madrid. Noite a bordo.


14º DIA - … MADRID – LISBOA
Chegada pelas 12h55 e pelas 14h50 continuação até Lisboa. Chegada pelas 15h10.



Este é um programa:


CAPELA DA MISERICÓRDIA DE AROUCA

Saímos do Mosteiro e do Museu de Arte Sacra bastante satisfeitos com a nossa decisão de uma visita guiada.
Mesmo em frente fica a igreja da Misericórdia que havia de fechar às cinco e meia. Antes que fechasse e já que estava a chuviscar, atravessámos a praça e fomos.

Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Diz na fachada que os devotos a fizeram no ano de 1612. 
À porta estava uma Senhora  que cumprimentámos e entrámos.
O teto da nave principal apresenta pinturas de alguns santos da Igreja Católica, com destaque para os apóstolos, os evangelistas, os doutores da igreja e outros santos da devoção popular. 


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Prestámos atenção ao tecto, às paredes e aos altares.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

No altar Mor as figuras remetem para a paixão de Cristo e são, inclusivamente, usadas na procissão dos fogaréus que saí na quarta feira anterior ao domingo de Páscoa.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Mas isto sabermos nós agora! Na altura só conseguimos classificar as imagens com adjectivos pouco católicos.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Estávamos tão perplexos com aquela arte que sentámos, fizemos pesquisas na internet e nem assim conseguimos identificar correctamente todas as imagens.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Foi tal a ignorância que saímos sem sequer nos apercebemos que estariam também à nossa disposição a sacristia e a casa do despacho onde ainda poderíamos ter visto pinturas, utensílios litúrgicos e paramentaria.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Saímos pelo mesmo caminho por onde entrámos e também só percebemos à saída que todo o espaço se encontra vigiado por câmaras. 


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

A pergunta que ficou nas nossas consciências pesadas foi: "Será que também tinham áudio?"

Agradecemos à Senhora e Ela fechou a porta atrás de nós e saiu também.


Capela da Misericórdia - Arouca - PORTUGAL

Voltámos ao carro que tínhamos deixado antes de almoço, para subir até ao calvário.



Estamos a visitar: AROUCA PORTUGAL    








ARTE SACRA - VISITA GUIADA - MOSTEIRO DE AROUCA

No século XIII a chegada de Dona Mafalda Sanches ao Mosteiro atraiu Senhoras da nobreza que ingressaram trazendo riquezas e criadagem. 
Este altar dedicado a Nosso Senhor da cana verde foi executado no século XVIII por artistas entalhadores de Braga e foi uma oferta de uma religiosa abastada, noviça ou monja, ao Mosteiro.

Mosteiro de Santa Maria - Arouca - PORTUGAL


São riquíssimas as obras de Arte Sacra oferecidas ao Mosteiro pelas famílias abastadas das que aqui professavam.
Esta é uma pintura em madeira de Nossa Senhora do Rosário e à volta os quinze mistérios. 
Uma riqueza de bom gosto.

Nossa Senhora do Rosário - Mosteiro de Santa Maria - Arouca - PORTUGAL


Apesar de a partir do século XIII o Mosteiro ter adoptado a Ordem de Cister, está homenageado nestes dois altares de São Bento e São Bernardo o período Beneditino anterior.

São Bento - Mosteiro de Santa Maria - Arouca - PORTUGAL


São Bernardo - Mosteiro de Santa Maria - Arouca - PORTUGAL


Um de nós gostou muito desta obra que é uma representação escultórica da Sagrada Familia. 
E quem gostou até estava disposto a trazer para casa, mas o guia disse que lá ficava melhor...

Sagrada Família - Museu de Arte Sacra - Arouca - PORTUGAL

Não sou lá grande coisa a identificar imagens de santos mas com esta não há muito que enganar, o guardião das chaves do céu é São Pedro.
Se também repararam nas chaves, de certeza não lhes escapou que não são iguais. Uma é original e outra reconstruída.
Pobre São Pedro que, mesmo dentro de um mosteiro, não conseguiu escapar ao momento de tentação de alguém que talvez achasse que por ser santo, uma só chave lhe bastaria para abrir as portas do céu... e levou a outra. Ou será que achou que, por passar a ter uma das chaves do céu, teria entrada assegurada?

São Pedro - Museu de Arte Sacra - Arouca - PORTUGAL

Este relicário é uma obra de joalharia do século XIII que estava registada no testamento de D. Mafalda Sanches. É realmente extraordinário estar perante uma peça que se tem a certeza ter pertencido a uma figura tão importante para a nossa história e história desta região.

Relicário de Santa Mafalda - Museu de Arte Sacra - Arouca - PORTUGAL