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A vista do miradouro para a albufeira da Caniçada e para a confluência dos rios Caldo e Cávado é simplesmente deslumbrante.
Seguimos as indicações para a Cascata do Arado e deixámos o carro numa mini rotunda junto ao Miradouro das Rocas que também pode ser subido para ver a paisagem.
Daí segue-se a pé, o caminho é agradável e evita dar-se cabo do carro.
Para chegar à cascata, é preciso subir as escadas à direita da pequena Ponte do Arado. Encontramos um miradouro de onde vemos todas as lagoas e quedas de água que formam a cascata. Chegar à base da cascata não é impossível, mas também não é fácil. Faz-se por um caminho muito íngreme e escorregadio que parte do miradouro.
Almoço no restaurante Fojo dos Lobos.
A Cascata de Pincães é uma das mais bonitas e a sua piscina natural é um verdadeiro lugar idílico. Para lá chegar é preciso caminhar cerca de 20 minutos. Deixámos o carro na aldeia de Pincães e seguimos o caminho de terra batida a pé, durante cerca de 2km, até à cascata. O acesso final não é fácil mas a recompensa está garantida.
A ponte medieval da Misarela (aka Ponte do Diabo), sobre o rio Rabagão, é um dos locais mais emblemáticos do Gerês e reza a lenda, que é obra do Diabo.
Há dois caminhos para chegar à Cascata de Pitões das Júnias. Escolhemos o que passa pela Paradela e Fiães do Rio. O caminho é muito bonito e até chegámos a parar para tirar fotos.A aldeia de Pitões das Júnias é uma das mais encantadoras do Gerês transmontano. Visitámos a Igreja de São Rosendo, igreja matriz, descobrimos a Capela do Anjo da Guarda construída no cimo de uma serra, mas não visitámos.
Para além da pequena aldeia é imperativo visitar as ruínas do Mosteiro de Santa Maria das Júnias e a imponente cascata de Pitões das Júnias. Ambos ficam a somente dois quilómetros do centro do povoado. Para visitar o mosteiro deixamos o carro junto da cascata e seguimos por um caminho de terra e depois pelos passadiços.
Almoço em Montalegre no Restaurante Adega O Fumeiro.
Depois de almoço, passeio e subida ao castelo de Montalegre.
Já que estávamos perto, apontámos o nosso almoço para Ponte da Barca na Taberna de São João. Não vamos dispensar um passeio a pé.
A meio da tarde rumámos a Melgaço para alojamento na Casa das Pesqueiras e desfrutar da piscina até à hora do jantar.
A grande atração da Peneda é o Santuário da Nossa Senhora da Peneda e a extensa escadaria que dá acesso ao Santuário, com as cerca de 20 capelas com cenas da vida de Cristo.
6° dia - PORTELA DO HOMEM - TRILHO DA MATA DA ALBERGARIA - CASCATA DA PORTELA DO HOMEM - TORNEIROS
A Mata da Albergaria é composta por imponentes e seculares carvalhos, frondosa vegetação e idílicas cascatas, das quais destacamos a Cascata do Rio Homem. Muito cuidado na descida à cascata que é escorregadia e perigosa.
Aproveitámos que a Espanha estáva ali mesmo ao lado e aventurámo-nos pelo Parque Natural Baixa Limia-Serra do Xurés. Da Portela do Homem até à piscina natural de água quente, a céu aberto, de Torneros (Lobios) são apenas 8km e o desvio vale bem a pena. Até porque se pode aceder à piscina gratuitamente.
7°dia - MELGAÇO - MONÇÃO
Hoje o dia foi aproveitado para conhecer a vila que nos tinha dado abrigo nos últimos dias. Estacionámos na Praça da República e seguimos para o castelo onde está o Núcleo Museológico da Torre de Menagem de onde se tem a melhor vista da cidade. Na Rua Direita encontramos a Igreja Matriz com a torre sineira. Rodeamos a igreja para descobrir o lobo… ou leão… um intrigante detalhe decorativo da igreja. Continuamos para oeste e entramos nas ruelas estreitas de casas de granito. Numa dessas ruelas damos de caras com a Igreja da Misericórdia que é fácil de identificar pelos sarcófagos medievais no adro.
Uns metros adiante encontramos o Solar do Alvarinho, a não perder quando visitar Melgaço. O solar já foi cadeia e câmara municipal. Hoje o solar seiscentista dos Três Arcos, como também é conhecido, é a Casa Mãe da Rota do Vinho Alvarinho. O local ideal para conhecer esse famoso néctar, o Alvarinho, e o espumante e aguardente regionais.
Almoço em Monção no restaurante Matraquilho, seguido de breve visita à vila.
Tínhamos reservado esta última manhã para conhecer a aldeia mais setentrional de Portugal onde está o marco Nº1 da fronteira com Espanha - Aldeia de Cevide. Trabalhos na única estrada de acesso fizeram-nos mudar de planos e rumar a Ponte de Lima.Estacionámos junto ao Rio Lima e atravessámos a ponte romana e medieval para chegar à capela de Santo António.


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