Desde que estivemos em Berlim que esta cidade passou a ser uma sugestão para quando nos pedem uma capital europeia para uma escapadinha.
Cosmopolita e, ao mesmo tempo, com história. Civilizada e, mesmo assim, cheia de confusão.
Acho que nunca vamos esquecer aquele balão que assinala o lugar onde Hitler foi encontrado morto e, ao mesmo tempo, não gostam que lhes falemos dele nem dessa época.
Enfim, uma cidade em duplicado dividida por uma linha que, esperamos todos, nunca mais passe do que é hoje, uma recordação.
Agora já sabem, é uma excelente opção para uma escapadinha cultural.
Preußischer Landtag foi a assembleia representativa da Prússia que existiu do século XV até o século XX em várias formas e Estados.
Em 1899, o Preußischer Landtag mudou-se para o edifício próximo a Potsdamer Platz.
Desde 1993 o edifício é a sede da Câmara dos Deputados de Berlim e, como acontece com o Reichstag, é coloquialmente ainda chamado de Preußischer Landtag.
Museus, espaços multi usos, esculturas com simbologia e a torre da televisão com o tal restaurante giratório que dá uma volta completa a cada trinta minutos, mas onde a vista é melhor que a comida.
A igreja original no local foi construída nos anos 1890 e destruída na Batalha Aérea de Berlim, durante a Segunda Guerra Mundial.
O edifício atual, que consiste numa igreja com um vestíbulo anexado e um campanário separado com uma capela unida, foi reconstruída entre 1959 e 1963. O pináculo danificado da igreja velha foi mantido e agora é um memorial da guerra.
A igreja memorável é hoje um marco famoso da cidade e é alcunhada por berlinenses de "der Hohle Zahn", que significa "o dente furado".
A Universidade Humboldt de Berlim é a mais antiga universidade de Berlim, fundada em 1810 como Universidade de Berlim pelo linguista e educador liberal prussiano Wilhelm von Humboldt, cujo modelo universitário influenciou fortemente outras universidades europeias e ocidentais.
Desde 1828 era conhecida como Universidade de Frederico-Guilherme em homenagem ao rei da Prússia Frederico Guilherme III.
Em 1949, mudou o nome para Humboldt-Universität em homenagem a seu fundador.
A universidade acolheu vários pensadores alemães dos últimos dois séculos, entre eles o filósofo Johann Gottlieb Fichte, o teólogo Friedrich Schleiermacher, o filósofo e historiador Oswald Spengler, o filósofo pessimista Arthur Schopenhauer, o filósofo idealista G.W.F. Hegel, o teórico legal romântico Savigny, o filósofo idealista objetivo Friedrich Schelling, e os famosos físicos Albert Einstein e Max Planck. O geólogo Alfred Wegener, que descobriu que os continentes já foram um só, e os fundadores da teoria marxista Karl Marx e Friedrich Engels frequentaram a universidade, assim como o poeta Heinrich Heine, o unificador alemão Otto von Bismarck, o fundador do Partido Comunista da Alemanha Karl Liebknecht e o unificador europeu Robert Schuman. A universidade teve 29 ganhadores do Prémio Nobel.
Berlim Leste ou Berlim Oriental existiu de 1949 a 1990 e correspondia ao setor soviético da cidade de Berlim, estabelecido em 1945, após a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial.
Os setores norte-americano, britânico e francês formaram Berlim Ocidental, uma parte, de facto, da Alemanha Ocidental (RFA), enquanto Berlim Oriental se tornou a capital da Alemanha Oriental (RDA).
Os cidadãos da RDA chamavam-na simplesmente "Berlin" ou, oficialmente, Berlin, Hauptstadt der DDR (Berlim, capital da RDA). Entre 13 de agosto de 1961 e 3 de outubro de 1990, Berlim Ocidental esteve separada de Berlim Oriental pelo muro de Berlim.